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THE REACT STUDY: ASSOCIAÇÃO DE ICRS E PRK PARA TRATAMENTO DE ASTIGMATISMO PÓS-CERATOPLASTIA, POR PEDRO BERTINO

Em casos submetidos a transplante de córnea, após a fase de remoção seletiva de suturas, é comum a presença de astigmatismo residual pós-transplante (ARPT), que geralmente se encontra na faixa de 4,0 a 6,0 dioptrias. Acomete até 40% dos casos, sendo o principal fator limitador da visão.

Apesar do advento da cirurgia com laser de femtossegundo e dos transplantes endoteliais terem contribuído para a diminuição de casos de ARPT, a modalidade penetrante ainda permanece como primeira opção em casos selecionados. Muitos desses com alto astigmatismo.

A reabilitação visual através de adaptação de óculos ou lentes de contato pode se mostrar impraticável. Entre 8% a 20% destes olhos vão requerer um procedimento cirúrgico para restaurar a visão.

Dentre as inúmeras técnicas para tratamento de ARPT, a ceratectomia fotorrefrativa (PRK) e o implante de segmentos de anéis intraestromais (ICRS) se tornaram progressivamente mais populares, pelos intraoperatórios mais simples e índices baixos de complicação. Entretanto, há um limitado poder de correção cilíndrica e instabilidade dos resultados a médio ou longo prazo.

Consequentemente, nossa linha de pesquisa associou estas duas técnicas com o objetivo de aumentar o poder de correção do astigmatismo e promover mais estabilidade ao resultado.

Leia a matéria na íntegra clicando aqui.

Autor

pedro bertinoPEDRO BERTINO
Clínica Pro Visus e INOB, Brasília.